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Primeiro trem com energia solar já funciona na Índia

Primeiro trem com energia solar já funciona na Índia

A Índia é a terceira maior emissora de gases de efeito estufa do mundo, ficando atrás da China e dos Estados Unidos, é ainda responsável por 1,1 milhões de mortes prematuras a cada ano, causadas pelos efeitos nocivos da poluição. O país, que chegou a se tornar a segunda nação mais dependente de carvão do mundo, atrás apenas da China, hoje segue a tendência mundial, abandonando o carvão e apostando em energias renováveis que atualmente já ultrapassa o patamar de 50GW (gigawatts), o que representa 15% de sua matriz energética.

A brusca mudança é um reflexo do aumento da conscientização ambiental e do barateamento da produção de energia renovável. Nos últimos anos o governo indiano tem se mobilizado por meio do plano de energia solar, e pretende investir, até o final de 2030, cerca de 100 bilhões de dólares em energias renováveis.

A Índia possui uma das maiores malhas ferroviárias do mundo, sendo cerca de 12 mil trens que transportam, aproximadamente, 23 milhões de passageiros diariamente. Atualmente, esta imensa rede de transporte é movida a diesel, fonte de energia fóssil, extremamente poluente e prejudicial ao meio ambiente.

 

Recentemente, a Índia deu mais um grande passo para o futuro, a região de Nova Deli, ganhou seu primeiro trem capaz de produzir energia por meio de painéis fotovoltaicos. A energia produzida pelo sistema fotovoltaico será usada para manter o sistema de conforto dos passageiros, como ventiladores, iluminação e painéis de aviso.

O trem ainda será movido a diesel, e mesmo assim, estima-se que com a iniciativa o consumo de diesel seja reduzido em cerca de 90 mil litros por ano. Ainda, nos próximos seis meses, mais 24 trens ganharão o sistema em seu teto, o que evitará a emissão de 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

 

Cada vagão possui 16 painéis instalados que serão capazes de gerar 20 kWh de energia limpa por dia. Ainda, a ideia é de que os trens funcionem como plantas móveis, armazenando parte da energia gerada em horários de pico em baterias, e que, cada sistema de geração instalado nos trens dure, em média, 25 anos. A medida visa encontrar maneiras mais sustentáveis para a locomoção urbana.

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