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Dois maiores parques solares da América Latina entram em operaçã

Dois maiores parques solares da América Latina entram em operaçã

A região Nordeste do Brasil, que inúmeras vezes foi castigada pelo sol, hoje recebe investidores internacionais pelo mesmo agente que outrora se fazia vilão na região, transformando-o em fonte de energia elétrica, trazendo consigo oportunidades de emprego, movimentando também a economia da região.

O grupo energético italiano Enel anunciou no começo desta semana o início das atividades nas usinas solares de Ituverava, no município de Tabocas do Brejo Velho, no nordeste da Bahia, e Nova Olinda, instalada na cidade de Ribeira do Piauí, região semiárida piauiense. Segundo a empresa, os dois parques solares são, atualmente, os maiores em operação na América do Sul.

 

Com capacidade de 254 MW, o parque solar de Ituverava possui 850 mil módulos fotovoltaicos dispostos em uma área de 579 hectares, o investimento de U$ 400 milhões de dólares, cerca de 1,2 bilhões de reais tem uma expectativa de produção anual de energia de 500 GWh, o equivalente ao consumo anual de 268 mil casas no país, e evitará a emissão de 318 mil toneladas de CO2.

Já o parque solar de Nova Olinda, maior usina solar da América Latina, o investimento foi de U$ 300 milhões de dólares, o equivalente a 1 bilhão de reais e possui uma capacidade instalada de 292 MW, cerca de 930 mil placas fotovoltaicas, que ocupam um espaço de 690 hectares e que podem gerar mais de 600 GWh por ano, energia suficiente para abastecer 300 mil famílias brasileiras, evitando também o lançamento de 350 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Com esses sistemas fotovoltaicos, a produção elétrica nacional utilizando fonte solar dá um salto de 282 MW para 828 MW de potência instalada, possibilitando até o final do ano o primeiro gigawatt (1000 MW) vindo de energia solar do país.

 

No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de cerca de 2.276 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 716 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 275 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 103 MW solares.

Os dois parques solares são apoiados por um acordo de compra de energia (Power Purchase Agreement, - PPA, sigla em inglês) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Ainda, com os leilões de energia realizados nos últimos anos, o setor poderá chegar até o final de 2018 a 3,3 GW de potência instalada, caso todos os projetos sejam entregues na data prevista.

Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) afirma: “Há hoje no mundo entre 25 e 30 países com essa capacidade instalada. Estamos longe da liderança, mas saímos da lanterninha”. Sauaia também acredita que o total de potência instalada solar ainda é muito pouco perto do potencial brasileiro que é da ordem de 28.500 GW. Para se ter uma ideia, o potencial hídrico e eólico brasileiro são de 172 GW e 440 GW respectivamente.

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