Procura por energia solar cresce 45% durante a pandemia de Corona Vírus



         

                A ideia de produzir sua própria energia através do sol tem caído no gosto do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), no último semestre, o crescimento foi de 45% mesmo com a pandemia. 

                A tecnologia gera economia de até 95% na conta de energia atraindo consumidores que buscam uma forma de reduzir a conta de energia e contribuir para o Meio Ambiente, está em amplo crescimento no mercado e, mesmo com a pandemia do Corona Vírus, continuou crescendo: “Essa medida é um reflexo do que já vem acontecendo há 7 anos. Nos anos anteriores, a média do crescimento era de 231%, mas mesmo com a pandemia as pessoas estão procurando o serviço”, disse presidente do conselho da Absolar, Ronaldo Koloszuk.

                Em 2019, a energia solar fotovoltaica representava 22,9% do investimento nacional em energias renováveis. Com a queda gradual no custo da tecnologia e o aumento da conscientização socioambiental, a tendência é que o setor ganhe ainda mais destaque. A Absolar aponta que, nos últimos 12 meses, o uso de energia solar triplicou no país.

                Outro dado expressivo da procura pela produção própria de energia foi atingido na última terça-feira (13), em que o Brasil atingiu a marca de 400 mil unidades consumidoras que utilizam energia renovável (solar fotovoltaica, hidráulica, biomassa, biogás, eólica etc.), estas, são alimentadas por cerca de 305 mil conexões de sistemas de geração distribuída de energia elétrica.

                "A tendência mundial é que cada vez mais consumidores optem por uma outra forma de produzir e consumir a própria energia, de maneira mais econômica, eficiente e sustentável", disse Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída -ABGD

                Entre os tipos de fontes renováveis, a fotovoltaica se destaca, com 392.548 unidades consumidoras, seguida de 6.319 unidades consumidoras hidrelétricas, 4.637 unidades consumidoras à biomassa e 128 eólicas.

                Já entre os estados que se destacam pelo maior número de unidades instaladas com micro e mini geração distribuída são: Minas Gerais, com 63.886 instalações e 95.935 unidades consumidoras atendidas, seguido de São Paulo, com 50.776 instalações que atendem à 62.686 unidades consumidoras e Rio Grande do Sul, com 41.935 instalações e 51.209 unidades Consumidoras atendidas.

                “A geração distribuída é uma excelente oportunidade em um cenário de recuperação econômica; ela significa economia financeira, redução de perdas com transporte de energia e mais sustentabilidade, uma característica cada vez mais procurada pelos consumidores” completa o presidente da ABGD.

                A energia solar fotovoltaica é a forma de energia renovável que mais cresce e tornou-se a forma mais barata de energia. A economia proporcionada pela geração própria de energia elétrica pode chegar em até 95% do valor da fatura, sendo percebida já no primeiro mês de instalação, e, caso não seja consumida toda a energia gerada, o sistema passa a injetar o excedente na rede elétrica, gerando créditos que podem ser utilizados em até 5 anos. Com vida útil de 25 anos, possui um rápido retorno de investimento, se pagando em até 4 anos, o equivalente a ganhar mais de 20 anos de energia.

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