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Lixeira movida a energia solar é solução para limpar os oceanos

Lixeira movida a energia solar é solução para limpar os oceanos

O problema do lixo nos oceanos já não é mais novidade, cada vez mais os mares e oceanos vêm sofrendo muito com a poluição produzida pelo homem, sendo usado como depósito de detritos. Um estudo feito pela Academia Nacional de Ciências dos EUA estima que 14 bilhões de quilos de lixo são jogados nos oceanos todos os anos, dentre eles, o plástico. 
O plástico e outros detritos lançados ao mar comprometem toda a fauna marítima pois a ingestão destes resíduos pode causar asfixia, ferir órgãos internos dos animais e até leva-los à morte. Quem pratica esportes marítimos ainda tem que dividir a água dos mares com todo o lixo lançado nele, desde plásticos a metais, papeis e combustíveis, e foi assim, que a dupla de surfistas Andrew Turton e Pete Ceglinski criaram uma solução para ajudar a resolver o problema do acúmulo de lixo nos mares.
O projeto chamado “Seabin” funciona como uma lixeira aquática flutuante, capaz de sugar plásticos, papéis, pequenas quantidades de combustível e outros resíduos que diferente das lixeiras tradicionais, que utilizam sacos de lixo, a lixeira aquática conta com uma bolsa de tela removível, que pode ser esvaziada ao ficar cheia. 

 

 

A “Seabin” possui em seu interior, uma bomba d’agua que funciona com energia solar, esta bomba d’água cria um fluxo em direção a lata de lixo, o lixo é armazenado num saco de captura e a água é devolvida para a parte inferior da lata, subindo até a bomba d’água, onde ela é bombeada de volta ao mar. A lixeira aquática pode coletar cerca de 1,5kg de lixo por dia, o que corresponde a cerca de 83 mil sacos plásticos por ano.

O principal alvo do projeto são as marinas, portos e clubes, que são a origem de grande parte da poluição dos oceanos e o vento e as correntes, aumentam o acúmulo de resíduos. Ainda, segundo os criadores, peixes e animais marinhos não costumam ficar nas superfícies e em bordas de locais como esses, e assim, dessa forma, a lixeira não afeta os animais marinhos. 

 

Um dos fundadores do Projeto Seabin, Peter Ceiglinski, afirma que, se várias dessas lixeiras forem espalhadas pelos oceanos, o impacto pode ser significativo. "Suga pedaços pequenos, pedaços grandes, micro plástico e óleo também. Elas são relativamente pequenas, mas até que estão tendo impacto importante. Se colocarmos centenas de milhares de Seabins, o resultado se soma", defendeu.

Atualmente, mais de 5 trilhões de pedaços de plástico, que pesam, no total, 270 toneladas, estão flutuando nos oceanos do planeta, provocando danos diretos aos animais marítimos e à cadeia alimentar, conforme pesquisa publicada no jornal acadêmico PLOS One, e ainda, a maioria dos detritos encontrados são micro plásticos, que medem menos de 5 milímetros. Este volume de plástico foi calculado durante 24 expedições que duraram seis anos e foram concluídas em 2016.

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