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Brasil ultrapassa 20 mil conexões de micro e mini geração

Brasil ultrapassa 20 mil conexões de micro e mini geração

A escolha por produzir sua própria energia gera diversas vantagens, tanto para o consumidor, quanto para o meio ambiente,  através da redução da fatura de energia, da valorização do imóvel e da diminuição da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Com a homologação da resolução normativa Aneel 482/2012, o consumidor brasileiro pode optar por gerar sua própria energia elétrica por meio de fontes renováveis ou cogeração qualificada e fornecer a energia excedente para a distribuidora.

O sistema que é adotado no Brasil é conhecido como “Sistema de Compensação”, e permite ao consumidor instalar micro ou mini geradores em sua unidade consumidora, gerar eletricidade e, inclusive, fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade, gerando créditos com a distribuidora. Estes créditos possuem o prazo de validade de até 5 anos e podem também ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular em outro local ou de unidades consumidoras de CPF diferente, desde que estejam dentro da mesma área de concessão da distribuidora.

Segundo dados atualizados do site da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), entre os tipos de micro e mini geração distribuída por meio de fontes renováveis (hidráulica, eólica, fotovoltaica e biomassa), que totalizam 22.695 unidades, a fonte fotovoltaica sai à frente com 22.523 sistemas em operação, seguido de micro usinas à biomassa com 81 instalações, então aparecem as eólicas, representadas com 53 unidades consumidoras e, por fim, as hidráulicas com 38 usinas.

Dentre os estados que se destacam pelo maior número de unidades consumidoras com micro e mini geração distribuída estão Minas Gerais com 4.822 instalações, seguido de São Paulo com 4.402, Rio Grande do Sul com 2.617 instalações, Santa Catarina com 2.168, Rio de Janeiro com 1.732 e Paraná com 1.470 usinas. Já os estados do Amapá, Acre e Amazonas estão na lanterna da geração própria, com 9, 10 e 11 instalações, respectivamente.

Já entre as classes consumidoras (iluminação pública, residencial, comercial, industrial, rural, poder público e serviço público), a classe residencial ainda se destaca com 17.657 instalações, seguida das instalações comerciais, com 3.516 sistemas, enquanto as unidades consumidoras rurais ocupam a terceira posição com 734 sistemas de geração, já as industriais tiveram um aumento no número de instalações, totalizando 537 unidades consumidoras.

O Brasil é um país que possui um grande potencial para a instalação de sistemas fotovoltaicos. Para se ter ideia, a radiação solar na região menos ensolarada do país é, ainda assim, 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso de energia fotovoltaica. Segundo a ANEEL, até 2024 cerca de 1,2 milhão de sistemas fotovoltaicos, ou mais, deverão ser instalados em todo o Brasil, o que representará cerca de 15% da matriz energética brasileira e, até 2030, o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões.

Ciente da demanda que tem crescido a cada ano, a Cenergel atende aos diferentes tipos de consumidores, seja ele residencial, comercial, industrial ou rural, com engenheiros especializados responsáveis pelo desenvolvimento de um projeto específico às necessidades de cada cliente, garantindo a otimização da geração de energia, fornecendo e instalando os melhores equipamentos disponíveis no mercado.

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